
O QUE HERDAMOS SEM SABER?Um livro sobre herança como responsabilidade — e sobre o momento em que parar de procurar respostas se torna uma forma de abandono.
Sinopse:Era junho de 1994.Enquanto Brasil e Itália disputavam a Copa do Mundo, um garoto de treze anos descobriu que torcia pelos dois países ao mesmo tempo — e não sabia explicar por quê. Décadas depois, casado e pai de um menino recém-nascido, Roberto Nascimento ainda carregava essa pergunta sem resposta: por que a Itália, terra que ele nunca havia visitado até a vida adulta, sempre pareceu parte de quem ele é?A resposta começa a se desenhar quando ele decide, finalmente, investigar a história dos bisavós italianos que migraram para o Rio de Janeiro no início do século XX — e descobre que muitas histórias transmitidas pela família estavam incompletas.O que começa como a busca por uma simples certidão se transforma em uma investigação cada vez mais envolvente que atravessa madrugadas, cartórios labirínticos, arquivos digitalizados e mensagens trocadas com estranhos do outro lado do Atlântico. Cada documento encontrado abre uma porta para outra pergunta: uma criança que morreu ainda bebê; um tio-avô cujo nome verdadeiro ninguém mais lembrava; primos espalhados pelo mundo que carregam, sem saber, a mesma origem siciliana e calabresa.À medida que a árvore genealógica cresce, também cresce o número de pessoas reais tocadas por essa busca — uma prima sumida há décadas, reencontrada por meio de uma foto antiga e de uma boa dose de coragem; uma amizade improvável com uma mulher de uma pequena vila siciliana; uma família inteira nos Estados Unidos que precisa decidir, em tempo real, se acredita ou não em um estranho que chega com certidões vindas da Sicília. E um exame de DNA que vai revelar muito mais do que qualquer certidão jamais poderia contar.Misturando humor, investigação documental e histórias familiares que nunca escorregam para o sentimentalismo fácil, O Meu Levirato revela que é muito mais do que uma pesquisa genealógica. É uma reflexão sobre o que significa pertencer a uma família: os documentos que a comprovam, os segredos que ela guarda, e o que sobrevive quando tudo o mais se perde.
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Por que ler esta obra?Mistério Real:
Acompanhe a investigação passo a passo, onde cada documento encontrado é uma peça de um quebra-cabeça histórico.Conexão Emocional:
Uma história sobre o dever que herdamos e a vontade de deixar um legado para as futuras gerações.Ciência e Ancestralidade:
Veja como o DNA moderno se choca com tradições antigas, revelando verdades que a família tentou (ou esqueceu de) contar.

OBRA EM AVALIAÇÃO POR EDITORAS
Leia opiniões de pessoas que já tiveram contato com o original:
"É um livro excelente e tecnicamente primoroso, que transforma uma busca pessoal em uma narrativa universal sobre pertencimento. A obra intercala momentos de alívio cômico e curiosidades inseridos no decorrer da história que contribuem para moldar a identidade da família, garantindo que o livro não seja apenas um manual de genealogia e, sim, uma crônica de vida.O ritmo é predominantemente ágil e cinematográfico, assemelhando-se a um thriller
investigativo.A narrativa é extremamente visual. Descrições como a 'chuva de selos' nos Correios, a 'escadaria em 90 graus' em Enna ou a tensão no consultório médico permitem que o leitor visualize as cenas com precisão quase fotográfica.Recomendo para entusiastas de genealogia, história da imigração e dramas familiares reais,
além de leitores que apreciam o uso da tecnologia na resolução de mistérios.A obra é muito agradável de acompanhar e desperta curiosidade constante sobre os desdobramentos da pesquisa, criando um envolvimento genuíno com o sucesso da busca do autor."Elizabeth Vaz da Cunha, PR
Leitora Crítica com foco na experiência do leitor* * *"Não é um livro que entrega a árvore genealógica em si, mas o caminho que te levou a encontrar documentos, parentes nos EUA e a descobrir suas raízes. Além de ser uma história de sua família, ele também mostra o caminho que uma pessoa pode fazer caso queira descobrir suas origens, inspirando-se no que você fez. A parte oral das histórias familiares, que também é muito importante, foi utilizada de forma muito inteligente ao longo de suas pesquisas. Muito bom!"Lucas Venturini, MG
Genealogista profissional* * *"Acabei de finalizar a leitura de O Meu Levirato e preciso compartilhar com vocês essa experiência. Tive a honra de ser leitora beta e posso garantir: é impossível parar de ler!É uma verdadeira viagem no tempo que começa em 1889, atravessa fronteiras, envolve o aprendizado de um novo idioma e culmina em revelações surpreendentes.Mais do que um relato sobre documentos e linhagens, o livro é sobre desvendar novos mundos e entender quem somos. Confesso que fiquei encantada e devorei a obra em apenas um dia; a escrita é envolvente e nos prende do início ao fim.Fica aqui a minha pergunta: vocês já tiveram curiosidade em buscar suas origens?Se você busca uma leitura que mistura história, emoção e descobertas, eu super recomendo. Você vai aprender muito com essa trajetória."Eliane Tomelin, Portugal
Autora da série "PRIMOS" da Amazon* * *"Os relatos me prenderam desde o início, e fiquei na torcida a cada descoberta... Muito bom! É um estímulo a dar um mergulho na história de nossas vidas. Muito interessante."
Mariana, RJ* * *"É um livro que desperta curiosidade, mesmo para quem não tem interesse no assunto genealogia. Ele difere dos livros mais tradicionais que, na minha opinião, acabam sendo um pouco mais do mesmo. Além disso, não é ficção, é história e faz parte da vida das pessoas.
Parabéns pela iniciativa, pelo livro e por todo esse trabalho primoroso. Gostei muito!"M.F., SP

Por que este livro é diferente?História real:Reconstrução familiar baseada em documentos históricos.DNA e genealogia:Tecnologia moderna aplicada à busca ancestral.Brasil, Itália e Estados Unidos:Uma investigação que atravessa três países.

O autor:Roberto Nascimento é descendente de imigrantes italianos, pesquisador independente de história familiar e licenciado em Física pela UERJ. Sua investigação genealógica reconectou parentes em três continentes e deu origem ao livro O Meu Levirato, sua obra de estreia.Cursou italiano no Istituto Italiano di Cultura do Rio de Janeiro e é um dos sócios-fundadores da AVPREST (Associação das Vítimas da Prestação de Serviços em Polipatridias, Migraçõs e Outras Questões Transfonteiriças).
Em breve: fotos, registros, vídeos e relatos orais da última geração que conviveu com os protagonistas da Grande Diáspora Italiana.Roberto Nascimento e Bia Iulianelli
Buscar documentos e fotos pode ser mais revelador do que se olhar no espelho.
Links:
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Bastidores da Pesquisa:No meu primeiro contato com John (S. C.), em 15 de janeiro de 2025, no chat privado ele me disse que seu avô era viúvo e teve filhos que também faleceram antes de se casar com a sua avó (minha tia-bisavó). Eu disse que sabia disso, mas eu ainda não havia encontrado o Atto di Morte da primeira esposa dele e prometi ao John que o procuraria.Eu tinha apenas o nome da primeira esposa de Gaetano e uma estimativa de quando ela faleceu. A pesquisa seria bem trabalhosa! Disse ao John que se ela morrera em Castrogiovanni, seria menos difícil de encontrar aquele Atto.Depois disso, eu o procurei nos registros de Castrogiovanni, mas não o encontrei.Quando Rosa (R. M.) indiretamente me apresentou o Matrimoni Allegatti, eu tive o estalo: "agora já sei onde eu posso achar o Atto di Morte da primeira esposa do Gaetano. Ele estará anexado ao casamento dele com a minha tia-bisavó".Após duas noites de pesquisa (porque os Matrimoni Allegati não possuem índice), eu finalmente o encontrei.Assim, desenvolvi a primeira família de Gaetano no FamilySearch, trazendo de volta à memória aqueles que o tempo havia apagado.
Reações do Público:

"Tudo isso é verdade? Aconteceu mesmo? Você não inventou nada?""Você teve muita coragem!""E como eles souberam que você estava falando a verdade?""Eu nunca tinha pensado sobre isso: como contar para um estranho que vocês são parentes?""Putz! Você causou a discórdia na família... (risos)""Eu nunca li um livro como o seu!""Olha, seu livro é encantador. Espero poder escrever algo lindo assim um dia.""Essa informação é muito boa. Como sobrenomes nascem.""Eu lendo pela segunda vez... e me emociono de novo...""Não sei se eu deveria ter rido disso hahahaha""Foi uma leitura tão leve que, em alguns momentos, eu quase esquecia que estava avaliando""O ponto mais alto é a fusão entre tecnologia moderna (IA, testes de DNA, Google Maps) e a busca ancestral clássica.""Eu não consigo esquecer a cena do bisavô dormindo no funeral... hahahah""Quero conversar com você sobre seu livro. Eu não esperava por aquele final!""Se o livro me despertou a vontade de buscar minha ancestralidade? Sim.""Sim, já fiz isso e construí a minha árvore. Mas estou retomando partes que ainda não havia concluído.""Então... eu fiz meu cadastro no FamilySearch..."
"Caro Roberto, grazie per avermi inviato il libro, lo sto leggendo con molto piacere ed emozione. Ho apprezzo i disegnini di tuo figlio.
Ti auguro di trovare presto un editore che voglia pubblicarlo. Un affettuoso saluto."R. M., Sicilia, Italia
Capítulos:Prólogo - por Bia Iulianelli01. A pergunta comum
02. Cem pulsações por minuto03. A árvore ganha vida
04. Entre carimbos, famílias
05. Uma prima, um novo ramo
06. A primogênita
07. Lentes convergentes
08. Colorindo antigas fotos
09. Os ramos em direção ao Norte
10. A casa em Enna e as pegadas de uma infância
11. Olá! Feliz Ano Novo!
12. Our Extended Family
13. O DDD de Goiás
14. Enfim, o DNA
15. Uma flor brota na (des)esperança
16. Lettera
17. A chama perene de um sobrenome
18. Os emaranhados laços de sangue
19. O Determinismo Não Aceito20. Nossa trisavó ainda vive
21. Yibum
22. As penitências do meu leviratoEpílogo: a última folha
"CENAS" EXCLUÍDAS:
Trecho editado do capítulo
"A pergunta comum":Alguns jogadores da seleção disseram que esse foi o jogo mais difícil do Brasil naquela Copa. Eu posso imaginar.
Mas também imagino que se o Branco não tivesse metido aquele balaço dos 3 a 2 contra a Holanda nas quartas, o Brasil teria perdido a partida e, consequentemente, o sonho do tetra.
Enquanto isso, em meio aos trancos e barrancos, a Itália se classificava em terceiro lugar no seu grupo. Era um grupo equilibrado e, pelo último critério de desempate, a Itália vai para a repescagem.
A Coca-Cola divulgava uma promoção. Nas tampinhas das garrafas havia gravada uma ordem com as três primeiras colocações e quem possuísse a tampinha com o resultado certo, levava o prêmio. Eu nem lembro bem qual era.A sorte estava com quem tivesse a tampinha que ordenasse Brasil, Alemanha e Itália. Essas eram as seleções favoritas ao título. A Itália? Será? Em terceiro lugar?!
Trecho editado do capítulo
"Our Extended Family":Rebobinar. Está aí um verbo que provavelmente cairá em desuso pelas futuras gerações. O curioso é que, em 1994, para uma família pobre adquirir um videocassete era preciso contratar um consórcio e, depois, desejar ser sorteado a uma estrela cadente.
Trecho editado do capítulo
"Uma flor brota na (des)esperança":Esses novos primos norte-americanos seriam bem mais distantes que a Família
Coppola e suas árvores estavam pouco evoluídas. Seria um investimento de
tempo gigantesco para um mínimo retorno imediato. Provavelmente seus
descendentes não saberiam sobre o que mais me interessava: os que ficaram na
Itália.
Quanto mais pessoas eu conhecia, mais eu percebia que quem mais possuía
informações era eu. Digo isso porque a pessoa viva hoje no mundo que foi
testemunha ocular da Grande Diáspora Italiana e que possui memória de ouro
sobre aquela época está na minha família: a minha mãe.
Trecho editado do capítulo
"Os emaranhados laços de sangue":O povo brasileiro é uma mistura de mundos e etnias diversas. Algo que aparece no DNA de qualquer um que se propõe a olhar de perto. É por isso que uma pessoa racista se recusa a fazer o exame: a realidade evidencia que o "sangue puro" é uma história fantasiosa.
Extras:
Como começar sua própria busca?
Você pode seguir os mesmos passos que estão no livro.1) Faça seu cadastro gratuito no FamilySearch. Procure sites de genealogia que ensinem a operar o FamilySearch. Acredito que o principal deles é o Genealogia para Iniciantes, no Youtube (https://www.youtube.com/c/GENEALOGIAPARAINICIANTES);2) Caso sua origem também seja italiana, o principal portal é o Portale Antenati. Se você tiver uma ideia de onde seus ancestrais vieram, será mais fácil encontrá-los no Antenati. Se não, procure por pistas no FamilySearch, como sobrenomes de testemunhas em registros;3) Caso tenha parentes nos Estados Unidos, o Find A Grave é uma ótima ferramenta;4) Para expandir sua árvore genealógica ou para mantê-la em privado, o MyHeritage é um excelente portal. Os testes de DNA no MyHeritage estão suspensos no Brasil, mas existem indícios de que ele deve voltar a fornecê-los. O site do MyHeritage é pago. Algumas ferramentas são gratuitas, mas são limitadas;5) Se você já fez um teste de ancestralidade por DNA, peça os dados brutos em seu laboratório e os insira no GEDmatch gratuitamente. Não precisa descompactá-los nem convertê-los. O canal DNA Dan no Youtube (link abaixo) explica passo a passo como inserir seus dados brutos no GEDmatch;6) Caso você tenha sido vítima de fraude em alguma das empresas que oferecem serviço de cidadania, considere tornar-se sócio da AVPREST. A associação é gratuita para pessoas físicas.
De quem você sente saudades?Rani Macedo (Genealogia para Iniciantes):
Como os sobrenomes nascem?
Palestra com Daniel Taddone:
Para aprender mais sobre DNA:
Como pegaram o Assassino Golden State:
O documentário do canal Veritasium descreve como prenderam um assassino fazendo cruzamentos de DNA com árvores genealógicas. O mesmo princípio é usado para encontrar pais biológicos de pessoas adotadas.
Uma investigação familiar real que utiliza genealogia e DNA para reconstruir uma família espalhada por três continentes.
Por que este livro foi escrito?Certo dia, uma Inteligência Artificial me sugeriu: "Escreva um livro da história de sua família".Eu achei a ideia interessante, mas há dois problemas nisso. O primeiro: quem iria querer ler sobre a história da minha família além dos próprios familiares que já a conhecem? E o segundo problema é: eu não os conheci. Todos os meus quatro avós já haviam falecido quando eu nasci. Achei que não teria como eu contar as histórias deles.Embora, hoje em dia, eu acredite que conheça mais dos meus antepassados do que muitos dos meus primos e primas que com eles conviveram, eu tive uma outra ideia: "e se, em vez de escrever a história de minha família, eu escrevesse como eu os busquei?".Foram tantos achados e memórias interessantes que, quando a minha prima Bia me perguntou se eu já havia pensado em escrevê-las, eu disse: sim, já pensei. "Então escreve" - disse-me ela. Amigos próximos também disseram o mesmo.Comecei a escrever da maneira como tinha imaginado e, assim, sem saber, eu estava criando algo até então inexistente: um espécie de "thriller genealógico", algo no estilo de uma investigação policial, só que sem crime, que despertaria a curiosidade até para o público que não possui ligação familiar.Todas as pessoas têm histórias de suas famílias e podem vê-las refletidas nas linhas deste livro. É uma inspiração para quem o lê.
Qual é a finalidade deste projeto?Hoje existem diversas formas de entretenimento, mas acredito que o livro ainda tem seu valor como tal. Além de proporcionar ao leitor informação e momentos de prazer, o objetivo maior deste projeto é inspirar as pessoas a buscar as próprias raízes.
Um homem tenta reconstruir a história de sua família e descobre que estava tentando entender a si mesmo.
Ficha técnica
Leitura crítica literária: Everaldo Rodrigues
Leitura crítica com foco na experiência do leitor: Elizabeth Vaz
Parecer editorial: Clene Salles
Preparação de texto: Paulo Mattos
Ilustrações: Mateus Lopes (3 anos)
Gaetano "Coppola" e "Liboria" Bruno:

Mariazinha:

Filomena D'Aprile (Esposito):

Enna:

Links:




















